Prêmio “Áurea Netto Pinto” 1 o lugar: R$ 1.000,00, troféu e diploma
Maria Apparecida Sanches Coquemalla – “In/Justiça" – Itararé, SP
Prêmio 2o lugar: R$ 500,00, troféu e diploma
Benilson Toniolo* – “O poeta no supermercado” – Campos do Jordão, SP
Prêmio 3 o lugar: R$ 300,00, troféu e diploma
Édson Ferreira de Ázara– “A morte morta” – Boa Esperança, MG
Prêmios de Menção Honrosa: Diplomas. (Em ordem alfabética de autor.)
Antonio Ribeiro – “A viúva feliz” – São Paulo, SP
Cecy Barbosa Campos – “O homem transparente” – Juiz de Fora, MG
Éder Rodrigues* – “Do lar” – Belo Horizonte, MG
Fabiana de Oliveira Ribeiro – “Colégio Cinza” – Alterosa, MG
Gilson Eustáquio Chagas – “Cidadania... O resgate pra vida” – São José do Rio Preto, SP
Luciane Godinho da Silva – “O sacrifício do rei” – Porto Alegre, RS
Márcia Regina A. Duarte – “Pirei com a cabeça da minha amiga” – Rio de Janeiro, RJ
Máua Levi de Santana* – “Um dia menos os outros” – Jaboatão dos Guararapes, PE
Orlando de Arco e Flexa Neto – “O mundo do Homem Azul” – Monte Alegre do Sul, SP
Ritamar Invernizzi – “Hibernal” – Bento Gonçalves, RS
Reginaldo Costa de Albuquerque – “5o andar” – Campo Grande, MS
Simone Pedersen* - “A primeira desilusão a gente nunca esquece” – Vinhedo, SP
Solange Firmino* - “Tudo muda” – Rio de Janeiro, RJ
Sulamita Coelho Amaral – “O medo” – Divinópolis, MG
Tânia Cristina Dias – “Alfazema” – Nova Lima, MG
Vítor Menezes* – “O cavador de cisternas” – Boa Esperança, MG
Yvelise A. Queiroz e Crepaldi – “Admirador secreto” - Itajubá, MG
(*): Nome literário.
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Acadêmica Prof.a Marisa Parreira
Presidenta da A.D. L.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
VERDE NOVO
Só verde desejo ver-te,
é a cor que sempre louvo...
Para verde sempre ter-te.
Vale a pena verde novo!
é a cor que sempre louvo...
Para verde sempre ter-te.
Vale a pena verde novo!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
PERGUNTAS (3)
Ah! Têm também as perguntas feitas através dos antigos e dos atuais meios de comunicação à distância. Esses sistemas, a seu tempo, foram aclamados como a solução definitiva, desde a sinalização com tambores, espelhos (quando havia sol) até os satélites artificiais propagando a internet. Não há dúvida que foi o seu vertiginoso desenvolvimento que propiciou a globalização. Agora, hoje, se comunica melhor? Às vezes não! Devido ao avanço da alta tecnologia, é comum constatar que se agride ou difama-se, hoje, com muito mais rapidez e eficiência; ou rola uma excessiva quantidade de tolice. Como dizia o mestre Chacrinha: “Quem não comunica, se trumbica”.
— Kladvu odgwa bekorinda o narid estylude?
Decodificação da seguinte pergunta expedida em código Morse por um aprendiz de telegrafista (russo, certamente): — Alguém está captando a minha mensagem?
— Como vai você?
Depois da invenção da telefonia móvel e do e-mail, se esta pergunta for feita por carta, há até a possibilidade do destinatário não poder respondê-la por já estar internado numa UTI, ou mesmo já ter passado desta vida para outra melhor quando ela for entregue.
— Alô, quem fala?
Indagação disparatada, uma vez que se sabe de antemão para quem se discou, ou melhor: digitou. Na dúvida, o correto é declarar, imediatamente, o próprio nome e com quem se deseja falar, “por favor”. Se atendeu a pessoa com a qual se queria falar, tudo bem, ela vai confirmar que é ela mesmo que está atendendo. Caso contrário, ou foi erro de discagem ou digitação (hipótese na qual, mais uma vez, deve-se demonstrar educação e pedir desculpas pelo engano), ou a chamada foi correta e atendida por outra pessoa, eventualidade em que se deve proceder exatamente como no caso de dúvida, acima.
— ???
Angustioso estado interrogativo determinado pela necessidade não satisfeita, e em boa parte das vezes importante, ou mesmo vital, de informar-se sobre alguma coisa, quando se disca ou se digita um número e a secretária-eletrônica ocupa a linha com a explicação: — A Telecelubrás informa: o número chamado encontra-se fora de área de serviço, ou desligado.
— CRISE: POR QUÊ?
Se vocês pensam que esta foi a manchete do jornal de hoje, estão muito enganados. Ela encabeçava, em caixa alta, a primeira página do número inaugural do hebdomadário intitulado “O Segredo da Esfinge”, publicado semanalmente, como todo hebdomadário que se preza, pelo escriba particular de Ramsés II. Dizem os historiadores que esta pergunta, repetida diariamente pelo populacho, motivou a inauguração de antiqüíssimo e misterioso pasquim, com um editorial ainda mais enigmático. Pois o escriba do faraó imaginava, já naquela época, saber explicar, em precisos hieróglifos, o porquê das crises.
— De onde teclas?
Interrogação comum em “salas” de bate-papo da internet. Usando quase sempre a segunda pessoa do singular, porque a terceira soaria esquisito, presumem os internautas. Um iniciante digitaria simplesmente: — De onde você escreve? — mas o expert tem o sagrado dever de ser diferente, senão ficaria meio fora de propósito aplicar-lhe a qualificação.
— Alô. Tá me ouvindo, Juquinha?
Juquinha joga no chão, com força, a sua parte do “telefone de lata” com que brinca com Chiquinho, e grita: — Já falei que você tem que esticar bem o barbante, seu burro!...
— Kladvu odgwa bekorinda o narid estylude?
Decodificação da seguinte pergunta expedida em código Morse por um aprendiz de telegrafista (russo, certamente): — Alguém está captando a minha mensagem?
— Como vai você?
Depois da invenção da telefonia móvel e do e-mail, se esta pergunta for feita por carta, há até a possibilidade do destinatário não poder respondê-la por já estar internado numa UTI, ou mesmo já ter passado desta vida para outra melhor quando ela for entregue.
— Alô, quem fala?
Indagação disparatada, uma vez que se sabe de antemão para quem se discou, ou melhor: digitou. Na dúvida, o correto é declarar, imediatamente, o próprio nome e com quem se deseja falar, “por favor”. Se atendeu a pessoa com a qual se queria falar, tudo bem, ela vai confirmar que é ela mesmo que está atendendo. Caso contrário, ou foi erro de discagem ou digitação (hipótese na qual, mais uma vez, deve-se demonstrar educação e pedir desculpas pelo engano), ou a chamada foi correta e atendida por outra pessoa, eventualidade em que se deve proceder exatamente como no caso de dúvida, acima.
— ???
Angustioso estado interrogativo determinado pela necessidade não satisfeita, e em boa parte das vezes importante, ou mesmo vital, de informar-se sobre alguma coisa, quando se disca ou se digita um número e a secretária-eletrônica ocupa a linha com a explicação: — A Telecelubrás informa: o número chamado encontra-se fora de área de serviço, ou desligado.
— CRISE: POR QUÊ?
Se vocês pensam que esta foi a manchete do jornal de hoje, estão muito enganados. Ela encabeçava, em caixa alta, a primeira página do número inaugural do hebdomadário intitulado “O Segredo da Esfinge”, publicado semanalmente, como todo hebdomadário que se preza, pelo escriba particular de Ramsés II. Dizem os historiadores que esta pergunta, repetida diariamente pelo populacho, motivou a inauguração de antiqüíssimo e misterioso pasquim, com um editorial ainda mais enigmático. Pois o escriba do faraó imaginava, já naquela época, saber explicar, em precisos hieróglifos, o porquê das crises.
— De onde teclas?
Interrogação comum em “salas” de bate-papo da internet. Usando quase sempre a segunda pessoa do singular, porque a terceira soaria esquisito, presumem os internautas. Um iniciante digitaria simplesmente: — De onde você escreve? — mas o expert tem o sagrado dever de ser diferente, senão ficaria meio fora de propósito aplicar-lhe a qualificação.
— Alô. Tá me ouvindo, Juquinha?
Juquinha joga no chão, com força, a sua parte do “telefone de lata” com que brinca com Chiquinho, e grita: — Já falei que você tem que esticar bem o barbante, seu burro!...
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